Maternidade sempre foi o dom mais esperado pela mulher. Todas, sem exceção, esperam pelo dia de serem mães. Gerar um filho, ter durante noves meses a inesquecível experiência de sentir um ser humano crescer dentro do seu corpo. As transformações que passam o corpo durante estes meses, uma barriga crescendo, chutes, mudanças de posição dos bebês, levam-nas a imensa alegria de serem geradora de vidas, uma experiência quase divina, da criação.
Assim também, nós homens, admiramos durante nove meses, com intensa expectativa, esta construção, desfrutando apenas de alguns pequenos momentos, onde pelo tato, podemos desfrutar do divino galardão de sermos pais. Envolvidos nesta experiência de quase criação do ser humano, podemos hoje, dar graças ao nosso Deus por estas mulheres maravilhosas que Ele pôs ao nosso lado. Mães zelosas, esposas cuidadosas, mulheres que se tornaram mães pela graça do Senhor em suas vidas.
E neste dia das mães, queremos lembrar daquelas, que por qualquer motivo biológico não puderam gerar filhos, mas foram e são mães tão ou mais zelosas e cuidadosas, porque são mães pelo amor de Deus posto em seus corações. Estou falando daquelas que adotaram seus filhos; que recolheram os filhos que o mundo fez nascer desamparados, mas numa prova de amor tremenda pela maternidade, abriram seus braços para acolher estas crianças que não tiveram braços para abraçá-los, que não tiveram um colo para serem recolhidos, que não tiveram um lar para ampará-los.
São mães cheias do amor de Deus em seus corações; são mães pelo instinto materno plantado em seu interior pelo Senhor; são mães que abriram suas casas, quebraram paradigmas, muitas vezes sozinhas, mas que doaram suas vidas na construção de um lar para seus filhos.
Hoje, as nossas orações são para que Deus possa abençoá-las por tudo que vocês são: SIMPLESMENTE MÃES.
Um grande beijo do filho e do pai que tanto as admira.
domingo, 10 de maio de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
Um Novo Amanhecer
Charles Swindoll, no livro “As Trevas e o Amanhecer”, conta a história de um velho chamado Ed, que todas as sextas feiras, com um balde cheio de camarão, sempre no final da tarde, antes do sol se pôr, caminha até o píer e senta-se na beira do ancoradouro do cais. Logo o velho Ed não estará mais sozinho, pois começam a descer dos céus dezenas de gaivotas em direção ao píer onde Ed está sentado, e logo ele está envolto pelas asas das gaivotas e por seus gritos. O velho Ed começa então, a jogar para os pássaros os camarões e se você se aproximar do velho Ed neste momento pode ouvir claramente ele dizer: Obrigado! Obrigado!
O nome deste senhor é Eddie Rickenbacker, herói da segunda guerra, nos EUA. Conta Swindoll, que em uma das suas missões, voando sobre o Pacífico, seu avião caiu no mar. Milagrosamente, os sete tripulantes sobreviveram e conseguiram sair do avião entrando num bote salva vidas. No oitavo dia a reserva de comida acabou. Eles não tinham comida, nem água; estavam a centenas de kilometros de distância da terra, sem comunicação, ou seja, só um milagre poderia salvá-los.
Naquela tarde, ele e os outros tripulantes, se reuniram para orar e pediram um milagre a Deus. Como estavam todos cansados eles logo dormiram. O velho Ed havia posto o quepe sobre a cabeça para proteger-se do sol e foi acordado com algo pousando sobre a sua cabeça. Notou que era uma gaivota. Numa ação rápida, ele pegou a gaivota e torceu seu pescoço e a matou.
Ele arrancou as penas e a tripulação faminta, pode saciar a sua fome. Com o que restou da ave, eles improvisaram iscas e pegaram peixes e fizeram mais iscas e pegaram mais peixes e mataram a fome e sobreviveram até serem encontrados e resgatados.
Eddie viveu muitos anos, mas nunca se esqueceu desta marcante experiência. Todas as vezes que ele vai até o píer nas sextas feiras à tarde e joga camarão para as gaivotas, ele repete sua gratidão: Obrigado! Obrigado! Obrigado! Relembrando o sacrifício daquela primeira gaivota salva-vida.
A nossa Páscoa é parecida com a história de Ed. Naquela manhã de domingo, um milagre aconteceu, o impossível tornou-se possível; o irreversível tornou-se reversível; a morte foi derrotada pela vida; o diabo já não teria poder sobre a vida dos homens que confessam sua fé em Jesus Cristo, e este ressurreto.
Um Novo Amanhecer surgiu – Jesus Cristo, o Filho de Deus, vivo, trouxe novamente esperança aos corações humanos, carentes das graça de Deus, ansiosos por sua justiça e necessitados de uma vida em comunhão com o Pai.
Naquele domingo a verdadeira Páscoa nasceu. A libertação das almas humanas do pecado e a reconciliação com Deus estava feita. Nascia o tempo da graça. Morria o tempo da lei. A lei, justa em si mesmo, serviria para indicar o caminho para graça, Jesus Cristo.
A graça seria o manifestar da presença de Deus no mundo, através dos seus Filhos. Como Maria Madalena, nós teríamos que viver a proclamar; “Eu Vi o Senhor”. Como os apóstolos, nós deveríamos correr o mundo a pregar a ressurreição de Cristo como forma de reconciliação de Deus com o mundo. Como Ed, nós deveríamos dizer todos os dias: obrigado, obrigado, obrigado!
Feliz Páscoa!
O nome deste senhor é Eddie Rickenbacker, herói da segunda guerra, nos EUA. Conta Swindoll, que em uma das suas missões, voando sobre o Pacífico, seu avião caiu no mar. Milagrosamente, os sete tripulantes sobreviveram e conseguiram sair do avião entrando num bote salva vidas. No oitavo dia a reserva de comida acabou. Eles não tinham comida, nem água; estavam a centenas de kilometros de distância da terra, sem comunicação, ou seja, só um milagre poderia salvá-los.
Naquela tarde, ele e os outros tripulantes, se reuniram para orar e pediram um milagre a Deus. Como estavam todos cansados eles logo dormiram. O velho Ed havia posto o quepe sobre a cabeça para proteger-se do sol e foi acordado com algo pousando sobre a sua cabeça. Notou que era uma gaivota. Numa ação rápida, ele pegou a gaivota e torceu seu pescoço e a matou.
Ele arrancou as penas e a tripulação faminta, pode saciar a sua fome. Com o que restou da ave, eles improvisaram iscas e pegaram peixes e fizeram mais iscas e pegaram mais peixes e mataram a fome e sobreviveram até serem encontrados e resgatados.
Eddie viveu muitos anos, mas nunca se esqueceu desta marcante experiência. Todas as vezes que ele vai até o píer nas sextas feiras à tarde e joga camarão para as gaivotas, ele repete sua gratidão: Obrigado! Obrigado! Obrigado! Relembrando o sacrifício daquela primeira gaivota salva-vida.
A nossa Páscoa é parecida com a história de Ed. Naquela manhã de domingo, um milagre aconteceu, o impossível tornou-se possível; o irreversível tornou-se reversível; a morte foi derrotada pela vida; o diabo já não teria poder sobre a vida dos homens que confessam sua fé em Jesus Cristo, e este ressurreto.
Um Novo Amanhecer surgiu – Jesus Cristo, o Filho de Deus, vivo, trouxe novamente esperança aos corações humanos, carentes das graça de Deus, ansiosos por sua justiça e necessitados de uma vida em comunhão com o Pai.
Naquele domingo a verdadeira Páscoa nasceu. A libertação das almas humanas do pecado e a reconciliação com Deus estava feita. Nascia o tempo da graça. Morria o tempo da lei. A lei, justa em si mesmo, serviria para indicar o caminho para graça, Jesus Cristo.
A graça seria o manifestar da presença de Deus no mundo, através dos seus Filhos. Como Maria Madalena, nós teríamos que viver a proclamar; “Eu Vi o Senhor”. Como os apóstolos, nós deveríamos correr o mundo a pregar a ressurreição de Cristo como forma de reconciliação de Deus com o mundo. Como Ed, nós deveríamos dizer todos os dias: obrigado, obrigado, obrigado!
Feliz Páscoa!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Nada a Fazer, Nada a Dizer – Apenas Creia!
Quando nos convertemos, passamos a viver num universo de palavras. São mensagens ouvidas, mensagens lidas, mensagens faladas, são palavras, palavras e palavras. Escutamos muitos sermões, lemos muito, falamos muito da Palavra de Deus, porém o grande ensino de Jesus continua: “Crês nisso?”
Os escribas e fariseus conheciam as escrituras mais do ninguém. Era função deles interpretá-las para o povo. Muitos a viviam de maneira completa em suas vidas, porém, quando Jesus veio, eles não creram. Conheciam as profecias, conheciam as promessas, mas não creram no Messias encarnado. Ninguém tinha mais capacidade de reconhecê-lo do que eles, mas faltou o principal: Fé!
João Batista batizou Jesus. Ouviu a voz do céu dizer: “Este é meu Filho amado em quem me comprazo”. Quando ouviu na prisão os feitos de Jesus, mandou seus discípulos perguntarem a Ele: “és tu a quem esperamos, ou haveremos de esperar outro?” Jesus respondeu sua pergunta fazendo alguns milagres e pregando a Palavra e mandou os discípulos de João dizer isso. A Bíblia não traz à reação de João à resposta de Jesus, mas quero crer que João morreu confortado pela Fé de que: “Jesus era o Messias esperado”.
Diante da morte de seu irmão, Marta e Maria ouviram a palavra de Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá”. E a grande pergunta era: “Crês nisso?” Diante da ordem de tirar a pedra do tumulo, a primeira reação foi de incredulidade: “Senhor já cheira mal!” Jesus repete a mesma questão: “Eu não te disse que se creres verás a glória de Deus”. Elas tinham Fé e viram a glória de Deus.
Resta uma pergunta: Nós Cremos Nisso? Temos ouvido a palavra; temos lido a palavra; temos pregado a palavra, mas a pergunta continua: Nós Cremos? Nossa salvação não vem por falar, fazer e nem ouvir, mas por crer: “Se creres verás a glória de Deus”.
Às vezes, como Tomé, precisamos tocar, sentir, ver, para poder crer. Diante de Jesus, porém, Tomé caiu de joelhos crendo, mas não tocou na suas chagas. O ensino de Jesus diante da incredulidade continuou: “Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram” E você crê nisso?
Não há nada a fazer; não há nada a dizer – Apenas crer!
Os escribas e fariseus conheciam as escrituras mais do ninguém. Era função deles interpretá-las para o povo. Muitos a viviam de maneira completa em suas vidas, porém, quando Jesus veio, eles não creram. Conheciam as profecias, conheciam as promessas, mas não creram no Messias encarnado. Ninguém tinha mais capacidade de reconhecê-lo do que eles, mas faltou o principal: Fé!
João Batista batizou Jesus. Ouviu a voz do céu dizer: “Este é meu Filho amado em quem me comprazo”. Quando ouviu na prisão os feitos de Jesus, mandou seus discípulos perguntarem a Ele: “és tu a quem esperamos, ou haveremos de esperar outro?” Jesus respondeu sua pergunta fazendo alguns milagres e pregando a Palavra e mandou os discípulos de João dizer isso. A Bíblia não traz à reação de João à resposta de Jesus, mas quero crer que João morreu confortado pela Fé de que: “Jesus era o Messias esperado”.
Diante da morte de seu irmão, Marta e Maria ouviram a palavra de Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá”. E a grande pergunta era: “Crês nisso?” Diante da ordem de tirar a pedra do tumulo, a primeira reação foi de incredulidade: “Senhor já cheira mal!” Jesus repete a mesma questão: “Eu não te disse que se creres verás a glória de Deus”. Elas tinham Fé e viram a glória de Deus.
Resta uma pergunta: Nós Cremos Nisso? Temos ouvido a palavra; temos lido a palavra; temos pregado a palavra, mas a pergunta continua: Nós Cremos? Nossa salvação não vem por falar, fazer e nem ouvir, mas por crer: “Se creres verás a glória de Deus”.
Às vezes, como Tomé, precisamos tocar, sentir, ver, para poder crer. Diante de Jesus, porém, Tomé caiu de joelhos crendo, mas não tocou na suas chagas. O ensino de Jesus diante da incredulidade continuou: “Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram” E você crê nisso?
Não há nada a fazer; não há nada a dizer – Apenas crer!
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Livros que fazem diiferença
- As Trevas e o Amanhecer - Charles Swindoll
- Atravessando Problemas e Encontrando a Deus - Larry Crabb
- Maravilhosa Graça - Philip Yancey
- O Caminho do Coração - Ricardo Barbosa
- O Jesus que Nunca Conheci - Philip Yancey
- O Maior Privilégio da Vida - DeVerne Fromke
- Ouça o Espírito, Ouça o Mundo - John Stott
- Uma Benção Chamada Sexo - Robinson Cavalcanti